A implantação do novo sistema estadual de regulação de leitos do SUS, que substituiu o modelo anterior em Minas Gerais em maio, gerou uma crise nas unidades de saúde de Sete Lagoas. Projetado com inteligência artificial para gerenciar vagas hospitalares, a transição resultou em lentidão e falhas operacionais.
Segundo relatos, hospitais não receberam treinamento suficiente e o histórico médico dos pacientes não foi migrado corretamente para a nova plataforma, provocando superlotação no Hospital Municipal e na UPA da cidade.