O Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve a condenação de um médico e de uma clínica de Uberlândia por complicações enfrentadas por uma paciente após cirurgias de abdominoplastia e lipoaspiração. A decisão também reconheceu culpa concorrente da paciente, que manteve o hábito de fumar antes e depois dos procedimentos.
Segundo o processo, dias após as cirurgias a paciente apresentou inflamação e necrose, resultando em cicatriz e deformidade abdominal. O médico e a clínica recorreram, alegando ausência de falha técnica.